sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

iPad, Kindle, blogs e o futuro (presente) da comunicação

Nos últimos dois dias circularam na rede alguns posts e textos que valem a pena como leitura e reflexão.
  • O primeiro, "Blog e cibercultura", de André Lemos que enfoca o blog como uma esfera conversacional e dentro do contexto das três leis da cibercultura defendidas pelo autor: 1. liberação do pólo da emissão; 2. conexão aberta e planetária; 3. reconfiguração social, cultural, política. Este post fez parte de sua apresentação na Campus Party, em São Paulo;
  • Segundo, "As more phones stream video, networks are slowed", do New York Times que a partir da deixa do lançamento do iPad da Apple traz uma interessante discussão sobre a sobrecarga das redes móveis com uma demanda não-esperada de consumidores. A matéria mostra que as redes móveis tendem a ficar mais lentas com o aumento do uso de dispositivos móveis como o iPad, smartphones como iPhone, os netbooks, os dispositivos para jogos online móveis e a alta demanda por usos como assisistir tv ou videos do YouTube, subir videos, fazer transmissões ao vivo;
  • Terceiro, "El periodismo online y móvil serán de masas y el impresso alta costura". Trata-se de uma entrevista de Juan Señor, da Innovation Media Consulting, que acredita que até 2020 o jornalismo principal será o online e móvel e que a mídia impressa terá outro tipo de posição, ou seja, especializada, de "alta costura". Para ele, nos processos de integração das redações a atenção principal deva ser no online e não nos meios tradicionais como jornais, como vem ocorrendo atualmente nas reestruturações das empresas de comunicação;
  • E por último, três textos interligados na discussão e que tratam do iPad da Apple. Um discutindo o papel do iPad como salvador dos jornais; outro sobre três razões para as quais o iPad matará o Kindle da Amazon e três razões para as quais o iPad não matará o Kindle da Amazon.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

YouTube ao vivo: demorou, mas está acontecendo


Um dos aspectos mais importantes do crescimento da Internet no século XXI e do surgimento de aplicações e plataformas cada vez mais sofisticadas foi o desenvolvimento da banda larga. As redes de alta velocidade vêm propiciando experiências diferenciadas no uso de diversos recursos multimídia ou da chamada Web 2.0. O YouTube é um dos beneficiados pela emergência da banda larga, mesmo ainda não sendo uniforme em todos os países ou no interior dos países como no caso do Brasil. Além da questão da infra-estrutura está o custo para manter uma verdadeira banda larga doméstica.
Mas como o maior repositório de vídeos da Internet, o YouTube avança por uma área que poderá ser um domínio natural da mesma, além de um novo modelo de negócios: o aluguel de filmes via streaming ou a transmissão ao vivo de shows ou de esporte.
No ano passado a transmissão ao vivo do show de U2 foi visto por mais de 10 milhões de pessoas. É um número significativo. É provável que em breve o YouTube também ofereça transmissões ao vivo por celular a exemplo do Qik e Kyte. O Google ocupa cada vez mais espaço com suas plataformas integradas.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

174 milhões de celulares no Brasil e a emergência de novas práticas


A ANATEL divulgou essa semana o número de celulares habilitados no Brasil. Agora são 174 milhões, quase a mesma quantidade de habitantes do país (190 milhões), o que significa uma proximidade ou paridade, ou seja, um celular por habitante, sendo que em alguns Estados esse dado já foi superado como Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Dos 174 milhões de aparelhos, 82% são pré-pagos. No ano passado foram adicionados mais 23 milhões (veja evolução na tabela acima entre 2000 e 2009).
A comunicação móvel é um fenômeno em expansão com as aberturas para o surgimento de diversas práticas e experiências. Essas práticas vêm sendo cada vez mais sendo estudadas pela sociologia, comunicação, antropologia, psicologia, educação e outras áreas ou campos do conhecimento por se tratar de uma realidade que vem transformando hábitos e inserindo novas formas de se comunicar, acessar informação, produzir conteúdos ou outras nuances que surgem e se particularizam em determinadas regiões. A evolução das conexões banda larga móvel e o aperfeiçoamento dos aparelhos celulares trazem novas implicações vinculadas à questão da mobilidade, ou da cultura da mobilidade.


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Lista de pesquisadores da comunicação no Twitter

O professor e pesquisador Rogério Christofoletti criou e está atualizando Lista de Pesquisadores da Comunicação no Twitter. Uma importante iniciativa de reunir num mesmo lugar os pesquisadores do Brasil para acompanhamento das postagens e interação considerando que o microblog se tornou uma fundamental ferramenta para a área acadêmica, comunicacional e outras finalidades. Portanto, sugiro uma visita à lista e sugestões de novos nomes que possam ampliá-la. Até essa postagem a lista já estava na versão 3 de atualização com mais de 170 pesquisadores.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Marc Augé: sobre Lévy-Strauss e os não-lugares

Pós de edição em jornalismo na Unisc

"Já estão abertas as inscrições para a especialização em Edição em Jornalismo na Unisc, em Santa Cruz do Sul. As aulas começam em 9 de abril.

A coordenação do curso é do Demétrio de Azeredo Soster, e tem entre os docentes nomes como os de Antônio Fausto Neto, Carlos Eduardo Franciscato, Marcelo Träsel, Marcia Franz Amaral, Tattiana Teixeira, Marcos Santuário.
Informações no site (http://www.unisc.br/pg/2010/cursos/edicao_jornalismo.html) ou no Twitter (http://twitter.com/posedicao)"

via Monitorando

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Livro "Comunicação e Mobilidade"


Replico post do Carnet de Notes sobre o lançamento do livro "Comunicação e Mobilidade. Aspectos socioculturais das tecnologias móveis de comunicação no Brasil", editado pela EDUFBa, Salvador, 2009 (ISBN - 978-85-232-0658-1, organizado por André Lemos e pelo Fabio Josgrilberg com textos de Eduardo Pellanda, Sérgio Amadeu, Gilson Schwartz, Fernando Firmino, Lucas Bambozzi, Lucia Santaella, Fernanda Bruno, além dos organizadores. O livro deve estar em breve nas livrarias. Agradecemos a todos os autores, ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, o Wi. Journal of Mobile Media, e a Edufba pelo belo trabalho de edição e revisão.

Abaixo texto da orelha e o sumário do livro:

O livro Comunicação e Mobilidade - Aspectos Socioculturais das Tecnologias Móveis no Brasil, organizado por André Lemos (UFBA/CNPq) e por Fábio Josgrilberg (Metodista, SP), oferece ao leitor uma coleção de artigos que traçam um panorama completo e atual da comunicação móvel no Brasil. Os artigos abordam diversas temáticas relevantes para a compreensão complexa do fenômeno, como a relação das tecnologias móveis de comunicação com o corpo, a cidade, a vigilância, a arte, o jornalismo, as mídias locativas e a inclusão digital. Os artigos foram originalmente publicados em inglês na revista eletrônica canadense "Wi - Journal of Mobile Media" (http://wi.hexagram.ca), em julho de 2009, e é a primeira contribuição brasileira no campo a ter uma projeção internacional.

A obra está inserida no contexto atual da computação móvel e ubíqua, oferecendo ao leitor uma visão geral do impacto das redes sem fio e dos telefones celulares no Brasil. Escrito pelos mais importantes pesquisadores do tema na área das ciências sociais aplicadas no país, o livro faz uma radiografia das múltiplas apropriações dos dispositivos móveis mostrando a sua influência nas relações sociais, econômicas, políticas e culturais. Comunicação e Mobilidade é leitura obrigatória para pesquisadores, estudantes de graduação e interessados em compreender os rumos e as perspectivas das tecnologias de comunicação móvel e seus usos no Brasil.

Sumário

Apresentação......................................................................................................07
André Lemos, Fabio Josgrilberg

Comunicação móvel no contexto brasileiro.....................................................11
Eduardo Campos Pellanda

Redes municipais sem fio: o acesso à Internet e a nova agenda da cidade......19
Fabio B. Josgrilberg

Espectro aberto e mobilidade para a inclusão digital no Brasil...........................37
Sérgio Amadeu da Silveira

Identidade, valor e mobilidade: Motoboys em São Paulo.....................................51
Gilson Schwartz

Tecnologias móveis como plataformas de produção no jornalismo.......................69
Fernando Firmino da Silva

Arte e Mídias locativa no Brasil........................................................................89
André Lemos

Aproximações arriscadas entre site-specific e artes locativas............................109
Lucas Bambozzi

Revisitando o corpo na era da mobilidade...............................................................123
Lucia Santaella

Vídeo-vigilância e mobilidade no Brasil...................................................................137
Fernanda Bruno

Sobre os autores...........................................................................................................153

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

QR code e jornalismo: por que essa interface ainda é tímida na mídia impressa?

A discussão em torno da sobrevivência da mídia impressa ou sobre a crise instalada sobre ela é cada vez mais recorrente no círculo acadêmico e nos grupos de comunicação. Novos modelos de negócios ou a adoção de novas tecnologias que façam o impresso renascer ou conquistar um público mais próximo de interfaces computacionais ou de celulares são apontados como saídas para o futuro. O Kindle, da Amazon, tem sido referenciado como uma das possibilidades para tal empreendimento. E por lá já estão grandes jornais dos Estados Unidos e até do Brasil - O Globo e Zero Hora - (veja lista de jornais para Kindle). Será mesmo o Kindle o salvador? O jornalismo impresso precisa realmente de uma tecnologia de distribuição salvadora ou é seu modelo de gestar os conteúdos que deve mudar? Ou ambas as coisas?

Para o analista de mídia e consultor de tecnologia e negócios, Rob Durst, em entrevista, "jornais e revistas devem parar de tratar suas publicações como produtos fixos" e pensá-los a partir da interface com o conteúdo online e móvel. Para isto ele propõe a implantação de QR Code nas publicações impressas para oferecer conteúdos extras e multimída (via leitura no celular) para seus leitores (de jornais e revistas).

"They can do this using mobile codes, which are essentially printed barcodes that readers “click on” using a camera phone—kind of like clicking on a Web link with a mouse. QR (quick response) codes are a good example. They are in widespread use throughout Asia. QR codes contain a Web address, and your phone’s browser automatically connects to that Web site when you take a picture of the code with your camera phone."

Na entrevista Rob Durst coloca também o potencial das tecnogias de ruptura como os leitores de e-books Kindle (Amazon), O Nook (Barnes & Noble) e o tablet (da Apple). Porém ele aponta vantagens e desvantagens nessas tecnologias tácteis digitais. Entre as vantagens estão a portabilidade, a facilidade de leitura e uma conexão maior com recursos web de hiperlinks. Entretanto, ele aponta que a desvantagem ainda está no tratamento estático do e-print (transposição) que contrasta com as características dinâmicas da Web.

Os leitores de tinta eletrônica como o Kindle e o QR Code são duas formas novas de transportar a leitura de jornais para plataformas portáteis digitais que se sobrepõem ao constrangimento do papel impresso. As experiências em andamento neste campo ainda são incipientes e sem dados concretos. O caso específico do QR Code foi implantado pioneiramente no Brasil pelo Jornal A Tarde de Salvador e posteriormente outras grandes publicações adotaram o recurso como o Correio Braziliense. A pouca disseminação ou conhecimento da tecnologia nos celulares ainda é um empecilho, mas é necessário criar a cultura. O uso do QR Code na Ásia é bastante disseminado, mas no Brasil ainda é incipiente. Verificamos seu uso por aqui de forma ainda localizada, especificamente na mídia como nos jornais mencionados e em projetos acadêmicos e artísticos. Mas está cada vez mais claro que a mídia impressa precisa avançar nesse sentido para perceber a necessidade de uma interface maior com as mídias de características online.

O Celular nos parece o dispositivo mais conveniente para essa conexão, principalmente por causa dos leitores de QR Code instalado. Portanto, três questões são fundamentais apontar como se tratando de empecilhos para um uso mais sitemático dessa tecnologia: 1.Desconhecimento da tecnologia QR Code por boa parte dos usuários de celulares; 2.Planos de banda larga móvel caros; 3.Uma cultura das empresas de visualizar essa conexão entre interfaces incipiente ou com estratégias que não levem em conta a particularidade de cada mídia e uma narrativa transmidiática (como prega Jenkins no livro Cultura da Convergência).

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

SBPJor e lançamento de livro


No último final de semana estive em São Paulo participando da SBPJor na ECA-USP. Os relatos do que aconteceu por lá estão disseminados pelo twitter (#sbpjor) e pelos blogs de colegas que estiveram lá, além do blog oficial do evento. O tempo corrido também não me permitirá um relato minucioso das discussões que acompanhei por lá e de alguns projetos que vão emergir a partir da interface jornalismo-tecnologia-redes sociais e etc.

Portanto, limitarei-me apenas a informar sobre o lançamento do livro "Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma". Semelhante ao que ocorreu na Feira do Livro de Porto Alegre, o livro foi bem recebido pelos colegas pesquisadores, professores e alunos e esgotou horas antes da sessão de lançamento. Um bom sinal. Dessa vez pude participar junto com Demétrio de Azeredo Soster, que organizou a obra junto comigo.

O livro já está disponível para venda online no site da Editora Edunisc. A obra contempla temáticas que são foco de discussões na atualidade na relação com as mudanças impulsionadas pelas tecnologias digitais como infografia, midiatização, jornalismo móvel, blogs, microblogs, wikipedia, generos digitais, telejornalismo, radiojornalismo, redes sociais entre outros perspectivas.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

LocastPOA: projeto de jornalismo geolocalizado da PUCRS, MIT e Grupo RBS


Jornalismo móvel, jornalismo locativo, jornalismo hiperlocal. As tecnologias móveis com conexões sem fio e aplicações GPS em mapas ocupam cada vez mais espaço nas experiências que circulam na web. Com a apropriação destas características foi lançado na última segunda-feira no Brasil o projeto LocastPOA. A iniciativa, com propósito de produção de conteúdo jornalístico com características de ultra-localismo com uso de celulares com GPS, é uma parceria entre o curso de Comunicação Social (Famecos) da PUC-RS, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e jornalistas do Grupo RBS. As notícias, produzidas em vídeo, vêm vinculadas a um mapa através de GPS, com a demarcação da localização de onde o fato acontece. Para isto os jornalistas utilizam celulares e fazem a edição diretamente no aparelho e na hora. A primeira etapa do projeto, de produção de conteúdo jornalístico, vai até o dia 23 de novembro. Acompanhe o projeto por aqui ou através do blog Ubimidia, do coordenador do projeto, Eduardo Pellanda.

P.S: Para quem quiser saber mais sobre projetos relacionadas a mídia locativas, geolocalização, mobilidade vale a pena ver o projeto dos alunos de graduação do professor André Lemos na UFBA denominado Vila Brandão Existe com uso de QR Codes. Ou acessar a edição especial da sobre comunicação móvel no Brasil na Wi-Journal.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Reportagem multimídia do JC Online sobre bicicletas


Os grupos de comunicação ainda investem muito pouco na produção de matérias convergentes ou reportagens multimídia. O jornalismo digital - com os recursos do ciberespaço, da web 2.0, das narrativas transmidiáticas - têm à disposição um arsenal para a experimentação ou o desenvolvimento de formatos mais inovadores. É claro que as redações online ainda são enxutas demais para liberar uma equipe para o lado mais criativo e aprofundado da produção em linguagem multimídia. Mas aí está um exemplo: é o caso das reportagens especiais multimídias, do portal JC Online (Recife), que conheci há pouco e in loco durante temporada de pesquisa de campo do doutorado. A equipe já ganhou vários prêmios nacionais e internacionais. A mais recente produção foi a reportagem multimídia A revolução das bicicletas – uma história em quadrinhos sobre os desafios do trânsito da vida real. Quadrinhos, vídeos, fotos, storyboard, making off, interatividade fazem parte desse especial capitaneado pela jornalista Julliana de Melo e design de Sidclei Sobral.
Sempre fui fascinado por bicicletas. É a mobilidade em duas rodas. Boas lembranças....

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Livro Metamorfoses Jornalísticas II será lançado em Porto Alegre e São Paulo


"O jornalismo já não é mais o mesmo. Questões tecnológicas, sociais e legais vêm modificando o campo em ritmo acelerado."
É assim que começa o prefácio do professor-doutor da PPGCOM/UFRGS, Alex Primo, para o livro Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009), organizado pelos professores Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva e que será lançado em Porto Alegre (14/11), durante a 55ª Feira do Livro, e em São Paulo (26/11) durante o Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo - SBPJor. A capa foi elaborada pelo designer Rudinei Kopp, autor de Design Gráfico Cambiante.

O livro trata-se de uma obra indispensável para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais para pensar as transformações pela qual o campo do jornalismo passa nos seus aspectos de produção, distribuição e recepção de conteúdo com os processos de digitalização, convergência e de multiplicação de plataformas midiáticas. Catorze autores, especializados em suas respectivas áreas, lançam olhares e questões sobre os fenômenos emergentes em torno do jornalismo contemporâneo com a crescente complexificação de seus processos. Infografia, midiatização, jornalismo móvel, blogs, Wikipédia, radiojornalismo, telejornalismo, redes sociais, gêneros, fotojornalismo e documentários são alguns dos temas tratados nesta edição.

O livro é o segundo volume da série Metamorfoses Jornalísticas. O primeiro tratou das "formas, processos e sistemas", enquanto que o segundo analisa as "reconfigurações da forma" do fazer jornalístico. Ambos volumes se inserem em um contexto mais amplo, do qual fazem parte ainda dois outros livros – Edição em jornalismo: ensino, teoria e prática (Edunisc, 2006) e Edição de imagens em jornalismo (Edunisc, 2008), cujo objetivo tem sido observar as complexificações que se estabelecem no jornalismo a partir do momento em que ele se vê imerso em um cenário altamente tecnologizado, tendo a internet como ponto de referência sócio-histórico.

................................................................

O que: Lançamento do livro Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009)
Quem: Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva (Organizaodores)
Quando: 14/11 (sábado, 18h30) e 26/11 (quinta, 20h)
Onde: Porto Alegre (na 55ª Feira do Livro, 14/11) e São Paulo (7ª SBPJor, 26/11).


O SUMÁRIO:


PREFÁCIO
Alex Primo

APRESENTAÇÃO
O SEGUNDO PASSO
Demétrio de Azeredo Soster, Fernando Firmino da Silva

COMO O DISPOSITIVO PREPARA PARA O GÊNERO JORNALÍSTICO?
Lia Seixas

REDES SOCIAIS NA INTERNET, DIFUSÃO DE INFORMAÇÃO E JORNALISMO: elementos para discussão
Raquel Recuero

OS BLOGS E OUTRAS NARRATIVAS DO CIBERESPAÇO
Cláudio Cardoso de Paiva

COLABORAÇÃO, EDIÇÃO, TRANSPARÊNCIA: desafios e possibilidades de uma “wikificação” do jornalismo
Carlos d’Andréa

REPORTAGEM COM CELULAR: A visibilidade do jornalismo móvel
Fernando Firmino da Silva

SOBRE ZH: Zero Hora Responde
Antonio Fausto Neto

MODELO PARA ANÁLISE DO JORNALISMO MIDIATIZADO
Demétrio de Azeredo Soster

ESPAÇO CRÍTICO NO JORNALISMO: para além da indústria, do intelectual e do consumo polêmico
Jairo Ferreira

DO ANALÓGICO AO DIGITAL: notas sobre o telejornal em transição
Fabiana Piccinin

A TRAVESSIA DO ANALÓGICO PARA O DIGITAL NA TV CABO BRANCO – PARAÍBA
Águeda Miranda Cabral

BASES DE DADOS E INFOGRAFIA INTERATIVA: novas potencialidades, conceitos e tendências
Adriana Alves Rodrigues

VALOR NOTÍCIA X VALOR IMAGEM. FORMATOS DO FOTOJORNALISMO EM REDES DIGITAIS
José Afonso da Silva Junior

O PROCESSO DE MUTAÇÃO DA PRODUÇÃO DO
RADIOJORNALISMO

Nelia R. Del Bianco

O OLHAR DE VERTOV PARA VER HOJE
Jair Giacomini